Segue boas 15 inspirações mais ou menos . =)





Vi as imagens aqui. CLique e veja algumas mais
... Ou veja mais ainda clicando Aqui.
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8/24/2010 07:13:00 PM
R. SouzZa





7/09/2010 09:28:00 AM
R. SouzZa

7/05/2010 11:03:00 PM
NathanMartins

6/06/2010 06:29:00 PM
NathanMartins
Fazer design para a Web não é a mesma coisa que fazer design para mídia impressa. O meio define as características do trabalho.
Por Mila Juns
Fazer layouts para websites e fazer layouts para trabalhos impressos (revistas, catálogos, folhetos, posters etc.) fundamentam- se na mesma sintaxe visual: forma, cor, tom, composição, equilíbrio, harmonia, tensão etc. Mas as diferenças entre as tecnologias usadas produzem diferenças profundas na maneira de trabalhar em cada um dos dois meios.
O design gráfico para impressos – também conhecido como design offline – está limitado ao tamanho do papel em que será impresso, ao número de cores que serão utilizadas e a tiragem (quantidade de cópias impressas). Outros fatores importantes são o armazenamento e o transporte. Tudo isso tem um custo definido e deve ser balanceado dentro do orçamento do trabalho.
O design para a Web está visualmente limitado pela resolução do monitor do cliente e quantidade de cores que ele pode exibir. Dependendo da complexidade do site, entram em consideração também questões de infra-estrutura, como a velocidade da conexão e a do computador do cliente.
O armazenamento na Web é mais simples por ser virtual e não físico, e admite revisões constantes das páginas, enquanto o papel precisa ser completamente reimpresso a cada revisão. A página Web pode ser acessada por um número indefinido de pessoas a partir de qualquer lugar, enquanto o impresso tem uma quantidade finita de cópias e o transporte possui um custo proporcional à distância.
Cada cópia do seu folheto impresso é idêntica à outra, mas cada computador usado para acessar o seu site tem características diferentes dos outros, o que afeta a visualização. Essa variação deve ser levada em conta no design. Ao projetar o layout, se você tentar escapar às limitações do meio, estará fazendo uma escolha entre atender à maior quantidade possível de pessoas que visitar o seu site, ou apenas ao perfil de pessoa que você determinou como sendo o seu público alvo.
RESOLUÇÃO
A principal característica limitadora é a quantidade de pixels que podem ser exibidos pelo monitor. Isso é chamado de resolução. Há monitores com maior e com menor resolução, e você não tem como saber de antemão qual é a resolução do seu cliente. Nos dias atuais, usamos como referência a medida de 1024×768 pixels, pois ela é o padrão para a maioria dos computadores atualmente conectados (pouco mais de metade do total). Nessa tela cabe uma fotografia de aproximadamente um megapixel. A segunda resolução mais usada é um pouco menor, de 800×600 pixels, presente em aproximadamente 20% dos computadores. Designers gráficos que criam peças para impressão estão habituados a resoluções mais elevadas em monitores maiores. Existem pessoas, como eu, que trabalham com uma resolução de 1680×1050, bem como pessoas como minha mãe, que por dificuldade visual comum à idade, utiliza 800×600. “Os textos ficam maiores”, ela justifica.
Densidade
Outra diferença é com relação à nitidez das imagens. Quando você trabalha um layout para ser impresso em gráfica offset, existe uma máxima que diz: “quanto maior o número de dpi, melhor”, embora 300 dpi já seja suficiente para a maioria dos trabalhos.(DPI, literalmente “dots per inch” ou pontos por polegada, é um valor usado como medida de densidade – no caso, a quantidade de pixels representados em cada polegada do material impresso.)
No caso de websites, a máxima da gráfica não funciona, porque os pixels do monitor têm um tamanho maior que os impressos, e esse tamanho é determinado pela resolução da tela. Por exemplo, imagine medir com uma régua a quantidade de pixels que cabem numa polegada em um monitor de 17 polegadas na resolução de 1152×864 pixels. Obterá algo em torno de 92 pixels por polegada. Mas um monitor do mesmo tamanho a 800×600 pixels dará em torno de 64 pixels por polegada. A densidade de pixels menor que a impressa significa que seus materiais serão um pouco menos nítidos na tela. E em monitores de resoluções menores, as imagens parecerão maiores que nos de resoluções maiores.
Por padrão, os softwares usados pelo webdesigner assumem que a imagem na tela tem sempre 72 pixels por polegada. Acabamos de ver que na prática não é bem assim; a densidade real varia de um monitor para outro. O valor de 72 é apenas uma convenção. Se você colocar no seu site duas fotos idênticas de 200×150 pixels, sendo uma com 72 dpi e outra com 300 dpi, verá duas coisas exatamente iguais, já que cada pixel de cada imagem corresponde a exatamente um pixel exibido na tela. Assim, o que vale em imagens para a Web é somente a medida em pixels de largura e altura.
Peso dos arquivos
Você não precisa esperar para visualizar um impresso: é só pegar na mão e ler. Uma página de Web, porém, sempre exige algum tempo para se carregada pelo computador.
Páginas de Web “pesadas” – muito complexas, com grandes volumes de informação e imagens muito grandes – carregarão mais lentamente. Isso pode não ser um grande problema quando o seu público alvo dispõe de conexão rápida, mas todos os demais sofrem por isso e devem ser levados em conta.
Um arquivo de imagem fica mais pesado, isto é, maior em tamanho de bytes, conforme aumenta seu tamanho em pixels. Isso é óbvio. O que não é óbvio é que o peso da imagem aumenta exponencialmente com a dimensão. Assim, uma foto que ocupa a tela cheia fica muitíssimo mais pesada do que uma foto pequena no meio da página. Um site leve faz o uso inteligente de imagens menores.
O outro truque é saber fazer a compressão das imagens. Os formatos de arquivo de imagem usados na Web – GIF, JPG e PNG – têm esquemas de compressão capazes de reduzir muito o tamanho do arquivo final, à custa de uma parcela da qualidade da imagem. Quanto maior a compressão, menor a qualidade. Saber escolher o grau de compressão, balanceando um tamanho de arquivo aceitável com uma qualidade visual aceitável, é fator fundamental no peso da página.
RGB versus CMYK
Outra importante diferença entre o impresso e o monitor é o sistema de representação das cores. Na mídia impressa, o sistema básico é o CMYK – Cyan, Magenta, Yellow , blacK (azul-ciano, magenta, amarelo e preto). Essas quatro tintas são suficientes para reproduzir uma enorme gama contínua de cores naturais. (Utiliza-se tintas adicionais para obter as chamadas cores “especiais”, como as metálicas e fluorescentes comuns em capas de revistas e embalagens.)
Na tela do computador, e por extensão em toda a Web, usa-se o sistema RGB – Red, Green, Blue (vermelho, verde e azul). A partir da mistura dessas três cores fundamentais, o monitor forma todas as demais na tela. Num monitor moderno estão disponíveis cerca de 17 milhões de tons de cores individuais.
O correto para um layout de Web, no entanto, não é o uso indiscriminado de qualquer uma das 17 milhões de tonalidades possíveis, pois a representação das cores pelos monitores mundo afora pode variar, e você quer estar seguro de que todos verão o seu trabalho do jeito que ele foi criado. Por exemplo, um monitor mais antigo, com 10 anos de idade, exibirá somente 256 cores simultâneas. Para assegurar a visualização correta nesses monitores, foi criada uma escala padronizada de cores indexadas, que são as consideradas seguras para qualquer aplicação. Assim, aquele azul clarinho que você escolheu no layout não corre o risco de se tornar um cinza claro para outras pessoas. A paleta de cores indexadas possui 216 cores. As 40 cores excluídas da escala de 256 são as que dariam problemas ao visualizar um site. Se você não usar as cores indexadas, a cada 6 cores diferentes que você escolher haverá uma chance de uma delas dar problemas num monitor de 256 cores.
Monitores de 256 cores já são bastante raros atualmente, mas o uso de uma paleta de cores restrita facilita muito a escolha, pois é fácil se perder na paleta completa de milhões de cores.
Existem outras diferenças entre tela e impresso, mas, de forma resumida, essas são as que merecem mais destaque.
Criando um site
Quando falamos de design de sites, costumo ressaltar que o designer é um artista, mas isso não lhe dá o direito de “viajar na maionese” e fazer um layout que só ele conseguirá entender, deixando a navegação confusa, por exemplo. O designer trabalha para atender o cliente, para ajudá-lo a alcançar seus objetivos, sejam eles comunicação, vendas, informações etc.
A navegação de um site deve ser clara; o usuário precisa identificar, rapidamente, a empresa cuja página ele está visitando, localizar facilmente a informação que busca e ter uma forma clara de contato com a empresa ou com o dono do site.
Desenhando o projeto
1 Apanhe uma folha de papel e escreva quantos itens você vai querer em seu menu. Se passar de cinco, aconselho que faça um menu na vertical, porque assim caberão mais itens. Isso também facilitará sua vida se, no futuro, você quiser aumentar esse número. Menus na horizontal com mais de cinco ou seis itens só lhe trarão dor de cabeça, caso o cliente mude de idéia e peça para aumentar a quantidade. Isso significa que você começará a espremer o texto ou terá de trabalhar com submenus. O planejamento inicial do layout é fundamental para evitar ter de recomeçar novamente do zero. Para facilitar, em nosso exemplo, trabalharei com um menu na vertical.
2 Decida onde entrará o nome ou o logo da empresa, onde ficará o conteúdo, as informações de contato (fixas e visíveis) e de que lado ficará o menu.
3 Para fazer um layout que se encaixe bem em monitores com resolução de 1024×768 pixels, é importante preocupar-se com a largura, visto que não queremos a famigerada barra de rolagem horizontal. Já a barra de rolagem vertical é bem aceita e ajuda muito quando precisamos colocar bastante texto em uma única página. A barra de rolagem vertical ocupa cerca de 30 pixels de largura. Então, teremos uma área de 994 pixels para brincar, conforme a figura abaixo:
Usando o Photoshop
Para os próximos passos, utilizaremos o Adobe Photoshop, que, apesar de ser um editor de imagens, é um software tão rico em recursos que nos permite até montar um layout.
1 No Photoshop vá ao menu File » New para criar um novo arquivo com todas aquelas definições que rascunhamos. Após criar esse novo arquivo, sugiro definir as cores principais que serão utilizadas – fazer uma paleta de cores do site. Uma boa dica é fazer uns quadrados para ter as cores exatas sempre à mão, conforme o exemplo da figura ao lado
Obs: se quiser ver a imagem inteira, clica e arrasta pra barra de endereços.
2 Em nosso layout, a caixa do menu contém um preenchimento a que chamamos de Pattern Overlay, que você poderá alterar indo à paleta Layers e clicando duas vezes na layer (camada) específica, conforme a figura abaixo. Fazendo isso, abrir-se-á uma janela chamada Layer Style; clique na opção Pattern Overlay e escolha o preenchimento que mais lhe agradar. Depois, clique com o botão direito do mouse novamente sobre a layer. Ao visualizar um submenu de opções, escolha Rasterize Layer.
Obs: se quiser ver a imagem inteira, clica e arrasta pra barra de endereços.
3 Para criar o efeito serrilhado na caixa de menu, utilizamos a ferramenta Lasso Tool e selecionamos uma área para apagarmos, conforme a figura ao lado. Basta escolhê-la e clicar em [delete]. 
Obs: se quiser ver a imagem inteira, clica e arrasta pra barra de endereços.
4 Clicando, novamente, duas vezes sobre a layer da caixa do menu, abrir-se-á a janela Layer Style. Clique na opção Drop Shadow realize ajustes conforme achar melhor para criar uma sombra e dar a impressão de que a caixa de menu está solta do restante do layout. Veja a figura abaixo.
Obs: se quiser ver a imagem inteira, clica e arrasta pra barra de endereços.
5 Para criar os itens do menu, repetimos o processo: criamos um retângulo, e escolhemos o preenchimento com uma textura de madeira. Note que o Photoshop não tem essa textura pronta, de maneira que devemos criar nossa textura personalizada a partir de uma imagem de madeira. Para criar sua nova textura, abra a imagem madeira- texture-1.png, disponível no CD, e, no menu superior de opções, vá a Layer » New Fill Layer » Pattern, e escolha o nome com que deseja salvar. Veja a figura ao lado. 
Obs: se quiser ver a imagem inteira, clica e arrasta pra barra de endereços.






5/28/2010 05:34:00 PM
NathanMartins
5/24/2010 09:48:00 PM
NathanMartins




5/10/2010 08:41:00 PM
NathanMartins
As imagens vetoriais são ótimas para designers, principalmente devido à sua extrema flexibilidade. Sem resolução fixa, que escala para cima e para baixo no tamanho sem perda da qualidade de imagem e trabalhar bem em print, flash, logos, backgrounds e muito mais.
Existem centenas de sites que oferecem vetores livres. Algumas são totalmente dedicado aos vetores e vetores somente, quando alguns tê-los escondido em uma categoria freebies. A questão é que há uma abundância de vetores livres por aí, se você sabe onde encontrá-los.
Aqui está uma rápida lista dos sites que eu vá para a primeira, quando precisa de imagens vetoriais livre. Esta lista não é de ordem particular. (tradutor google)
Abaixo, a lista com os sites .
01 - QVECTORS
02 - VECTEEZY
03 - Cool Vectors
04 - Dezignus
05 - Vector Tuts+
06 - I Heart Vector
07 - Vector Lady
08 - 123 Vectors
09 - Vector Junky
10 - BittBox Ai to cansado, e falta mais 1 0 D:
11 - UberPiglet
12 - Web Design Blog
13 - Hydro74
14 - GoMediaZone
15 - Vector Jungle
16 - VectorValley
17 - Vector Portal
18 - Deviant Art (ninguém conhece)
19 - Vector4Free Ufa, tá acabando \o/
20 - Vector Art
Até que enfim terminei, trabalhera danada. É complicado, mexer com HTML.
Por Favor Comentem ._. (suadão)
5/07/2010 10:24:00 PM
NathanMartins

Estilo: Revista
Gênero: Criação
Edição: Abril de 2010
Tamanho: 31 Mb
Formato: Rar | Pdf
Idioma: Português
4/30/2010 03:34:00 PM
Raphael Augusto
4/29/2010 04:28:00 PM
Raphael Augusto

4/27/2010 03:27:00 PM
Raphael Augusto

1/12/2010 03:59:00 PM
Jean Lucas
Olá! Eu sou Jean Lucas, estudante, blogueiro, nerd, viciado em matemática e criptografia, 17 e participante da Elite há uns dois anos. Este é meu primeiro texto neste blog e não é o último tomara. (:
Estava rodando pela internet e achei essa pergunta: Se o Photoshop fosse o Batman, o Illustrator poderia ser… Me senti inspirado a traduzir e adaptar o texto para vocês.
Para começar, vamos dizer que sou fã de Batman. Não sou aqueles fanáticos que compram todos os gibis e que assistiram todos os episódios, mas curti muito o filme “O Cavaleiro das Trevas” e também no desenho da liga. Sempre achei ele um dos poucos herois verdadeiros, com caráter. Um dos meu personagens favoritos, sem dúvida.
Para mim, o Photoshop e o Illustrator são parceiros. Melhor, um bom trabalho de design, na minha opinião, começa no Illustrator e termina no Photoshop. Apesar de certos autores na internet não concordam comigo.
Ainda assim, parece haver muitos pontos que diferenciam as duas aplicações. Vou tentar mostrar alguns cenários possíveis dentro do universo da DC Comics:
Ambos estão do mesmo lado da força, mas seus métodos são totalmente diferentes e, por causa disso, há certos choques, de vez em quando apesar da convivência ser no geral pacífica. Nesse cenário o Illustrator é com toda certeza o mais forte dos dois com sua boa imagem.
Photoshop, por outro lado, é o rei do submundo, montagens pesadas, grunges. O serviço sujo é feito por ele. Pode não ter toda a força do Super Homem, mas têm todos os truques e armas certas.
Além disso trabalham em áreas diferentes. O PS é o Cavaleiro das Trevas dos gráficos de Gotham, Illustrador apenas monta guarda nos vetores de Metrópolis.
Photoshop é o chefe de operações aqui. Ele toma a maioria das decisões, leva os tiros. O Illustrator é apenas um parceiro novinho, inexperiente. Claro, o Illustrator tem uns truques legais, é flexível e acrobático, mas falta todo o conhecimento e experiência do PS.
O sonho do Illustrador aqui é ser independente, claro e, de vez em nunca, se encontrar com o Photoshop para algumas missões. Mas ainda permanece para sobre a tutela do Cavaleiro PS, que o vê como um amigo, alguém para apreciar e aprender também.
Dessa vez o Illustrator é um sangue frio, trabalha duro e é extramamente leal. Salvou o Photoshop muitas vezes no passado: limpou e costurou erros. Photoshop provavelmente poderia sobreviver sem ele, mas ele simplesmente não seria o mesmo.
Embora Illustrator pareça mordomo do Photoshop, ele trabalha duro e com muita disciplina, mas todos seus esforços são, no geral, para ajudar o Photoshop de alguma forma.
Tudo bem, eu acho que é justo dizer que nenhuma dessas fantasias que realmente mostram a relação que existe entre o Photoshop e o Illustrator. Ainda assim, espero que aos que leram tenham achado um bom exercício de diversão, e quem tem o seu pensamento sobre o relacionamento entre o Illustrator e Photoshop em seu fluxo de trabalho próprio tenha adiquirido um ponto de vista diferente.
(: